Benefícios deve aprimorar ainda mais a Gestão de Riscos para obter resultados

Benefícios deve aprimorar ainda mais a Gestão de Riscos para obter resultados

Já era de se prever que em decorrência do abalo ocorrido na saúde, em decorrência especialmente da pandemia por COVID-19, impactos financeiros poderão ser vistos nesta área. As próprias recomposições de ajustes, que foram suspensas em decorrência da pandemia vão contribuir neste impacto.

Especialistas comentam possibilidades de valores dos planos de saúde chegarem a dobrar em 2021.

De acordo com a ANS – Agência Nacional de Saúde, aproximadamente, os 47,3 milhões de beneficiários de planos de assistência médica existentes podem estar sujeitos a estas alterações.

Nas atuais modalidades de planos de saúde existentes, a familiar/individual e o plano coletivo, são previstos reajustes. No caso do plano familiar/individual, a ANS já definiu reajustes de no máximo 8,14%, os quais são realizados anualmente em maio. Para os planos coletivos as altas podem ser bem maiores, já que não são regulados pela ANS e sim pelo que estabelece os contratos com cada empresa, e nesse caso já vivenciamos situações em que esses reajustes superaram 15%, 20%, como no último ano.

A suspensão dos reajustes em 2020, por conta da pandemia, os quais devem passar a compor as parcelas dos beneficiários a partir deste ano, somadas ao próprio reajuste a ser realizado, e o reajuste àqueles que tiveram mudanças de faixa etária, farão certamente os preços dos planos surpreenderem em 2021.

O aprimoramento das práticas de gerenciamento de riscos deve levar em consideração as variáveis relacionadas a esta situação, inclusive a promoção e elaboração de estudos associados ao histórico de reajustes aos quais os beneficiários já foram submetidos, bem como às respectivas cláusulas contratuais que regem a contratação de assistência médica, para que não sejam tomados de surpresa por valores excessivos que impactarão ainda mais seu cenário financeiro.

Contatos e acessos junto a órgãos reguladores, entidades como Procon e a própria ANS também podem auxiliar neste processo.

Fonte: ABGR e Infomoney

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